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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

HalleluYah (Hallel Yah) - Louvor a D'us.

Por Giliardi Rodrigues


 

O D'us de amor é o D'us de justiça, o D'us que escreveu a lei é o mesmo D'us que salva através da graça, o D'us que fez o bem também criou o mal, o D'us que criou os anjos é o mesmo D'us formou o homem a sua imagem e semelhança, o D'us que criou os céus, a terra e fez os abismos, é o mesmo D'us que reservou o inferno ao diabo e seus anjos. Ele é o soberano onisciente, onipresente e onipotente.

Um só é o D'us dos judeus e dos gentios, um só é o D'us de Abraão, Isaque, Jacó, Davi, Daniel, Ester, Rute, Raabe, Débora, Sanção, Isaias, Jeremias, Jesus, Pedro, Thiago, Maria, Gamaliel, Paulo, Cornélio, Nicodemos, Jose de Arimáteia, João batista, Isabel e o nosso D'us.

Ele se revela a quem ele quer, ele abate e exalta, ele é o dono do ouro e da prata, ele é o SENHOR dos Senhores, a vida e a morte estão em suas mãos, ele é rei sobre a eternidade, sobre o infinito, sobre os céus e sobre a terra. Nada e ninguém pode ser comparado a ele, o D'us da Torah e da Tanach é o mesmo D'us do Novo Testamento. A sua palavra é eterna e nunca muda, os seus preceitos são retos e justos, a sua verdade e o seu Espírito são a razão de toda a existência.

O D'us de Israel é maior que todos os deuses que existem, ele é o criador de todas as coisas visíveis e invisíveis, ele tem o controle de tudo, sabe quantos grãos de areia tem na praia, quantos peixes existem no mar, quantas pessoas já nasceram, quantas já morreram, quanto tempo tem a terra e quantas estrelas tem nos céus.

Não existe adjetivos pelos quais se pode denominar o D'us da bíblia, não existe uma palavra pela qual possamos defini-lo e classificá-lo. Ele sempre estará acima daquilo que o homem consegue imaginar e compreender. Geralmente ele é chamado e conhecido por alguns atributos como: Yah, El-Rafha, Adonay, Elohim, El-Elion, Tsedekenu, El-Shabat, El-Nissi – D'us se revelou a Moises e disse: - Eu sou o que Serei, em outras palavras ele é aquilo que precisamos que ele seja.

O salmista Davi entendeu muito bem essa expressão e disse que em tempos de guerra ele é a paz, em tempos de injustiça ele é a justiça, em tempos de dificuldades ele é a provisão, em tempos de doenças ele é a cura, em tempos escravidão ele é a liberdade, em tempos de solidão ele é o nosso refugio, em tempos de perseguição ele é a nossa fortaleza, em tempos obscuros ele é a luz e a sabedoria.

Tudo foi criado pelo o Eterno para o seu louvor, dele viemos e para ele retornaremos. O nosso corpo, a nossa alma e o nosso espírito pertence a ele. Toda a terra e toda a criação são do Senhor Criador. Tudo, exatamente tudo foi feito por ele e para ele. Antes de tudo existir, ele já existia. Ele não tem principio, pois ele é o principio de todas as coisas.


 

A ele seja dada toda a gloria, louvor e adoração para todo sempre.

Amém, amém, amem!!!

Halleluyah.

Baruch ata Adonay Elohenu Melech Ha Olam.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Pela graça sois salvos mediante a fé para as boas obras.

Por Giliardi Rodrigues


 

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus, para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas...". (Ef 2:8-10).

Sem dúvida nenhuma o apostolo Paulo é uma das pessoas mais mal interpretada na bíblia. Muitas pessoas não levam em consideração o contexto pelo qual o apostolo escrevia e usa de artifícios (pretextos) para justificar doutrinas e pensamentos alheios a palavra de D'us.

Este é um texto muito comum e muito usado no meio cristão para dizer que a salvação é pela fé, por esse motivo o salvo não tem obrigação de praticar boas obras.


 

Vamos ao contexto...


 

Sabemos que graça (Chessed) é um dom não merecido, é um presente de D'us. Graça não é um termo neotestamentário, pois ela sempre existiu. Podemos afirmar que a vida é uma graça concedida sem méritos. D'us o autor de todas as coisas criou a vida para o seu próprio louvor e um ato de graça e amor.

O termo graça aparece por mais de cem vezes no Antigo Testamento (Tanach). Segue algumas passagens:

Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor (Gênesis 6:8).

O Senhor, porém, estava com José, e estendeu sobre ele a sua benignidade, e deu-lhe graça aos olhos do carcereiro chefe (Gênesis 39:21).

Porque o Senhor Deus é sol e escudo; o Senhor dará graça e glória; não negará bem algum aos que andam na retidão. (Salmos 84:11).

A chave que vai abrir o nosso entendimento sobre salvação é que sempre ela foi pela a graça, todos somos salvos pela a graça mediante a fé. Noé foi salvo pela a graça mediante a fidelidade que ele teve com D'us. Abraão foi salvo pela a graça mediante a obediência que ele teve a palavra de D'us (Gn 26:5). Moisés foi salvo pela a graça mediante a fé e a esperança que um dia D'us enviaria o Messias para redimir Israel e a humanidade (Dt 18:15). Davi foi salvo pela a graça mediante a fidelidade que ele tinha com D'us, a bíblia diz que Davi foi um homem segundo o coração de D'us (Atos 13:22).

A palavra emunah em hebraico, na bíblia muitas vezes foi traduzida por fé, que também significa fidelidade. O autor do livro de hebreus diz que sem fidelidade é impossível agradar a D'us, fidelidade é o firme fundamento das coisas que não são visíveis, mas a convicção que elas são reais (Hb 11:1).

O que o apostolo Paulo está dizendo na carta aos Efésios é que somos salvos pela a graça mediante a fidelidade aos mandamentos, ninguém é salvo pela a lei, mas somos salvos para obedecer à lei de D'us. A lei não salva ninguém, mas qualifica o salvo nas obras que agradam a D'us.

Neste ponto o texto é muito claro, somos criados em Yeshua (Jesus) para as boas obras, a qual D'us preparou para que andássemos nela.

Ninguém é salvo pelas obras, mas o salvo testemunha boa obras. A bíblia diz que fé (fidelidade) sem obras é morta (Tg 2:17).

Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Tu crês que há um Deus; fazes bem: também os demônios o crêem, e estremecem. Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaac? Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que, pelas obras, a fé foi aperfeiçoada. E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus. Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé. (Tiago 2:18-24)


 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Eis que ele vem...

Por Giliardi Rodrigues


 

Eis que ele vem sobre as nuvens com grande poder e glória (Mt 24:30).

Eis que ele vem saltando sobre os montes e sobre as muralhas de Jerusalém (Ct 2:8)

Eis que ele vem para pisar na cabeça da serpente (Gn 3:15).

Eis que ele vem para reinar sobre o trono de Davi (Lc 1:32).

Eis que ele vem para restaurar as tribos de Israel e para ser luz para os gentios (Is 49:6)

Eis que ele vem e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz (Is 9:5)

Eis que ele vem como o desejado de todas as nações (Ag 2:7).

Eis que ele vem para trazer paz sobre as nações (Zc 9:10).

Eis que ele vem e seus olhos são como chamas de fogo (Ap 19:12)

Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. (Ap 1:7)

Eis que ele vem para reger sobre as nações com vara de ferro e destruir o mal (Ap 19:15).

Eis que ele vem e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. (Ap 19:16).

Eis que ele vem para por todos os inimigos de D'us debaixo de seus pés (Sl 110:1).

Eis que ele vem para aniquilar o ultimo inimigo, a morte (2 Co 15:26).

Eis que ele vem como o relâmpago que sai do oriente e se mostra até ao ocidente. (Mt 24:27).

Eis que ele vem como o profeta anunciado por Moises (Dt 18:15).

Eis que ele vem e foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem: o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino o único que não será destruído. (Daniel 7:14).


 

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A unção das dez palavras


 

Por Giliardi Rodrigues


 


 

Foi um divisor de águas para a humanidade o dia em que as dez palavras foram pronunciadas e reveladas pelo o Criador. O mundo a partir deste dia nunca mais foi o mesmo, os princípios da eternidade foram abertos e escritos pelo o próprio dedo de D'us em tábuas de pedra.

Ao som de trovões, relâmpagos sobre o monte e uma espessa nuvem, com forte som de shofar, uma voz bem forte quase de ensurdecer falava e dentro desta voz saia 70 vozes repartidas como de fogo anunciando as dez palavras em todos os idiomas das nações. O evento do Sinai não foi somente uma marca para Israel, mas um milagre para todos os povos da terra.

A lei espiritual tabernaculou [sic] dentro do mundo material, a realidade transcendente se tornou imanente para colocar o caos em ordem. As palavras do Sinai expressam à ética e os princípios fundamentais para as relações. O amor e a justiça andam de mãos dadas através das dez palavras, a busca pelo o entendimento e a sua aplicação é uma forma de viver o Reino de D'us aqui na terra.

A lei da liberdade é espiritual, foi escrita pelo próprio D'us não para ficar registradas em tabuas de pedra, mas para ficar tatuada nos corações dos homens.


 

E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as intimarás aos teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão e te serão por testeiras entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais da tua casa, e nas tuas portas. (Dt 6:6-9)


 

A graça de D'us se manifestou para acordar uma fé relacional, uma espiritualidade continua e permanente. As dez palavras do Sinai promulgam a misericórdia de D'us e sua bondade, a essência da mitzvá é o cultivo das virtudes e da valorização do outro. A bíblia diz que o amor não é egoísta e nem arde em ciúmes, quem tem o amor de D'us não que esse amor somente para si, mas antes que todos possam experimentar deste amor que não faz acepção de pessoas e não descrimina ninguém.

Viver em espírito é viver em plenitude de vida, quem ama a D'us tem afeição pela vida, amor pelo o próximo e respeito pela a criação. A lei de D'us qualifica o homem a valorizar a liberdade, a justiça, a paz, a bondade, a fidelidade, o domínio próprio, a temperança, a alegria, a benignidade e acima de tudo o amor.

Quem ama a D'us não é materialista e nem se apega em riquezas materiais para satisfazer o seu próprio ego (idolatria), quem é filho de D'us tem prazer na justiça e no bom testemunho, detesta a hipocrisia, a mentira, a injustiça e anda em retidão a palavra de D'us.

A unção das dez palavras liberta o homem da escravidão deste mundo tenebroso dominado pelo o mal. Pequenas atitudes no dia a dia pode fazer um grande efeito, é como se acendesse uma vela em um quarto escuro, uma pequena chama tem o poder de dissipar a escuridão.

Somos salvos da escravidão do império das trevas para sermos servos do império da luz e da justiça. As dez palavras é uma arma poderosa contra o mal, é uma espada influente contra o inimigo de nossas almas.

Que unção das dez palavras possa ser derramada sobre a nossa cabeça e escoada pela a nossa mente, trazendo consciência e entendimento dentro do nosso coração para que possamos caminhar em justiça, fidelidade e obediência ao Eterno, que as nossas atitudes possam revelar as virtudes do Reino de D'us. Que a verdade seja dita, doa a quem doer, que o amor seja uma realidade, que a justiça seja implantada estabelecendo ordem, que a paz que excede todo entendimento seja como chama viva dentro dos nossos corações, que a vontade soberana seja na terra como assim é nos céus.