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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Deus e as religiões

O judeu acha o protestante ignorante. O protestante acha que o espírita vai para o inferno. O espírita não compreende os dogmas da igreja católica. A igreja católica assassinou milhares de pessoas durante  séculos, mas é contra o Islamismo. Os radicais islâmicos acham que as pessoas de outras religiões devem morrer por serem infiéis. Os infiéis as religiões (ateus) dizem que deus não existe, mas a culpa de toda maldade do mundo é dele. O Deus da bíblia  que tem como povo escolhido os judeus e condena todas as outras religiões indígenas, da África, do oriente e restante  do mundo. No final o Deus da bíblia é apenas uma mistura das divindades egípcias, babilônica, gregas e romanas.

Por isso o mundo está como estar.






sexta-feira, 21 de outubro de 2016

A culpa é de todos, a culpa é de ninguém, a culpa é minha e ponho ela em quem eu quiser.





O que é o bem e o mal? Respondo na integra: “A mesma coisa!”, agora devolvo a pergunta e abro o questionamento: A árvore do conhecimento do bem e do mal não é senão a mesma árvore? O deus que fez a luz não é o mesmo que criou as trevas? Não é o mesmo deus o autor criador do bem e o do mal? (Leia Isaias 45:7). O homem que pratica o bem e o mesmo homem que também pratica o mal. O que dantes era um paraíso (terra), agora se tornou o inferno (mundo). A ideia de dualismo entre o bem e o mal é portanto um eterno conflito de consciência humana. Nenhum outro ser vivente tem esta percepção. O homem criou deus e o diabo. O homem desenvolveu a ideia de céu como alivio de seus pesadelos infernais. O mundo em si é neutro – não é bom, nem mau, nem bem,nem mal. 

Mas afinal, o que é o bem e o mal? Respondo novamente na integra: “Os lados opostos da mesma moeda”. Pois a mão que te afaga é a mesma que te empurra no abismo. A boca que beija é a mesma que profere maus dizeres (maldição). A espada que defende é a mesma que arrancará nossas cabeças. O governo que te representa é o mesmo que suga a vida através de tributos. A palavra que traz vida é a mesma que condena. 

Quer mesmo saber o que é o bem e o mal? Basta olhar para dentro de si mesmo. Faça um exame de consciência e perceberá que o “Ietsê HaTov” é senão o mesmo “Ietsê HaRá”. O fruto não era inacessível, mas havia uma placa na árvore dizendo “Proibido” – mas como tudo que é proibido é mais gostoso; não resisti. Mordi a maldita, saborosa e suculenta maça.

A culpa não é minha
Mas da mulher que me deste.
Não! A culpa não é da mulher,
Mas da serpente que andava no paraíso.
A serpente não tem culpa nenhuma
Pois não tem consciência de nada.
A culpa é de deus que criou o bem e o mal!
Mas deus não é justo?
Então, a culpa é novamente do homem
Que permitiu a mulher conversar com uma cobra falante
Manipulada pelo o diabo
Que foi criado por deus para atentar pessoas no paraíso.









segunda-feira, 3 de outubro de 2016

No jardim da idolatria





No crepúsculo dos ídolos tudo o que é profano se torna santo. A idolatria reina como a máxima absoluta dentro de um vazio impreenchível. As pessoas não percebem, mas toda ideologia é fadada ao fracasso. Idolatria é o prazer momentâneo ou o caminho rumo ao nada. A veneração é um culto onde a razão é negada na sua própria expressão – em outras palavras; vaidade. 

Idolatria é um caminho de morte, de anulação, de limitação, de ignorância, de vicio por prazer, de interesse próprio, de medo, de profanação e fatuidade. Seja consciente ou inconsciente, toda ideologia está condicionada ao fracasso. Nunca nenhum conceito solucionou os problemas do mundo – muito pelo o contrário. 

As coisas materiais e abstratas são neutras em si mesmas, não possuem nenhum tipo de força positiva ou negativa. Os ídolos estão dentro da mente humana, a inclinação para o mal é que rege este desejo. Tudo aquilo que controla e escraviza a pessoa é idolatria. O homem é o único ser em toda a natureza que possui a capacidade de pensar e se tornar escravo dos seus próprios conceitos. 

Praticar idolatria é negar o próprio caráter, é se amordaçar na religião, na política, nas drogas, no sexo, no dinheiro, no poder, na filosofia ou qualquer coisas semelhante a estas (utopia). Idolatria nada mais é que alucinação, imaginação, fantasia, ilusão e engano. A coisa é tão critica que o idolatra sempre tem o orgulho de manifestar a sua paixão por aquilo que o domina – é um tipo de síndrome de Estocolmo. 

Animais e plantas ou qualquer tipo de ser vivente não praticam idolatria, mas tão somente o ser humano. Idolatria é uma doença que acomete a mente humana e o escraviza em forma de vicio. É uma espécie de vírus que deprava e condiciona o homem a insignificância da imundícia. Centenas de milhares de pessoas em toda historia da humanidade foram contaminadas pela a sua própria mente, se tornaram escravas das suas próprias apreciações e concepções errôneas a respeito da realidade. Entretanto, houve muitos que conseguiram de alguma forma dominar este mal. Idolatria é uma moléstia, um tipo de inclinação para a loucura ou anulação da própria consciência. 

Não seja e não permita ser escravo de nada – seja senhor da sua própria consciência.