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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O Judaísmo Messiânico e a Igreja


Porque devemos apoiar os Judeus Messiânicos?




Dado ao elevado número de crentes que conheço desprezar este precioso assunto, posto aqui o artigo escrito por Norbert Lieth, onde ele nos dá vários motivos para apoiarmos os Judeus Messiânicos. Posso até entender o anti semitismo que corre velozmente mundo afora, porém uma coisa que eu não consigo entender é este fenômeno dentro da própria Igreja.
 Infelizmente o Anti Semitismo é uma marca forte que a própria Igreja carregou consigo desde os primeiros séculos, mas isto é um assunto que deve ser esclarecido para que não caiamos no mesmo erro de outrora. Muitos que conheço de dentro da Igreja desprezam Israel, sendo a favor até dos palestinos em detrimento à Nação escolhida de Deus. Tudo por possuírem amor à ignorância, preferindo ficar sem saber a verdade engolindo todas as bobagens que se ouve e vê na mídia a respeito de Israel.

Meu maior desejo é que esta máscara anti-semita seja colocada abaixo, e a verdade referente a Israel e o plano de Deus seja trazido às claras, para que a Igreja entenda de uma vez por todas que Israel ainda continua sendo o povo escolhido de Deus, sendo a maior prova empírica da fidelidade de Deus para com Abraão.

O mundo quer ver o extermínio da nação Judaica, porém nós como Igreja temos o dever de orar pela paz deles, e por sua completa restauração espiritual.

Norbert Lieth

Inicialmente cito algumas informações a respeito das atividades de diversos grupos de judeus messiânicos em Israel:


O movimento judaico messiânico e o alvo de Deus


Atualmente pode-se observar um movimento geral em direção ao Messias que está voltando – no fim "dos tempos dos gentios", nos quais "Jerusalém será pisada por eles" (Lc 21.24), até que "haja entrado a plenitude dos gentios" (Rm 11.25-26). Cada vez mais judeus em Israel e também na Diáspora compreendem: Não basta apenas voltar para a terra dos pais, para Sião, mas é preciso retornar ao Deus dos pais e esperar o Seu reino segundo a promessa bíblica. Eles sabem que ainda haverá as "dores de parto", "as dores do Messias". Eles sabem da ameaça final à sua existência e aproveitam o tempo de paz relativa até então para testemunhar a respeito do Jesus crucificado, ressurreto, e cuja volta é iminente...
O número de judeus messiânicos e suas igrejas, que está crescendo constantemente em Israel e em todo o mundo no fim do nosso século, é um sinal dos tempos finais da mesma forma como a volta para a terra há 100 anos e a criação do Estado há 50 anos. (Ernst Schrupp, 1/1998)


1. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque eles também são judeus


Se a promessa de Deus feita a Abraão: "Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra" (Gn 12.3), refere-se à descendência de Abraão, portanto, ao povo judeu, então não devemos desconsiderar os judeus messiânicos. Pois justamente eles são judeus no sentido literal, que não perderam a sua nacionalidade nem a sua identidade judaica. Pelo contrário! Em seu livro "Jesus, o Messias", Arnold Fruchtenbaum cita vários judeus crentes messiânicos. Um dentre eles testemunha:
Comecei a valorizar minha educação judaica e minha herança judaica de maneira nova. Pela primeira vez na minha vida, elas começaram a ter relação com os dias de hoje. Os personagens do passado ficaram vivos para mim, quando comecei minha nova vida. O Messias de Israel realmente havia chegado.


2. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque eles são o "verdadeiro" Israel


Em Romanos 9.6-7 está escrito: "E não pensemos que a palavra de Deus haja falhado, porque nem todos os de Israel são, de fato, israelitas; nem por serem descendentes de Abraão são todos seus filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência". Mas isso não significa, de maneira nenhuma, que também o restante de Israel não seja Israel de fato. Entretanto, é feita uma diferença entre o Israel segundo a carne, isto é, os descendentes naturais de Jacó e Abraão, e os israelitas que pela fé tornaram-se adicionalmente filhos espirituais. Lemos em Gálatas 3.7: "Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão."
Em Romanos 2.28-29 temos uma afirmação notável, que não devemos omitir: "Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem circuncisão a que é somente na carne. Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus." Isso significa que o verdadeiro judaísmo não é uma questão de culto exterior ou de observância exata de leis e preceitos, mas uma atitude do coração transformada pelo novo nascimento. Os judeus messiânicos experimentaram a "circuncisão do coração", e por isso são judeus não somente segundo a carne, mas também segundo o espirito. Se, pois, abençoamos decididamente todo o Israel, se amamos o judaísmo e reconhecemos os judeus como o povo escolhido de Deus, quanto mais temos o dever de considerar de modo especial os judeus messiânicos!


3. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque o cristianismo teve sua origem no judaísmo


O cristianismo começou por meio de judeus messiânicos crentes. Os apóstolos, que espalharam o Evangelho por todo o mundo, o que levou ao surgimento do cristianismo (At 11.26), foram judeus sem exceção. Também os cerca de 120 sobre os quais desceu o Espírito Santo no dia de Pentecostes, eram todos judeus (At 1.15; 2.1ss). E os primeiros três mil, que se converteram através da pregação de Pedro, também foram judeus (At 2.39-41). Somente a partir de Atos 10 o Evangelho passou também para as nações, quando Cornélio e sua casa se converteram em Cesaréia.
Em Efésios 2.20 está escrito claramente que os crentes são "edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Jesus Cristo, a pedra angular." Os profetas creram antecipadamente no Messias, olhando adiante, os apóstolos viram o próprio Messias e pregaram o Seu Evangelho. Não é este um motivo importante para apoiar os judeus crentes em Jesus?


4. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque pela fé em Jesus fomos unidos com eles e eles são nossos irmãos


Um mistério do Evangelho é que as pessoas dentre os gentios que crêem no Senhor Jesus se tornaram um com os judeus crentes no Messias e formam um corpo. Na Sua inefável sabedoria, Deus criou algo totalmente novo por meio do Evangelho de Jesus Cristo, isto é, formou uma Igreja de judeus e gentios. Efésios 3.1-6 fala disso: "Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Cristo Jesus, por amor de vós, gentios, se é que tendes ouvido a respeito da dispensação da graça de Deus a mim confiada para vós outros; pois, segundo uma revelação, me foi dado conhecer o mistério, conforme escrevi há pouco, resumidamente; pelo que, quando ledes, podeis compreender o meu discernimento do mistério de Cristo, o qual, em outras gerações, não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, como, agora, foi revelado aos seus santos apóstolos e profetas, no Espírito, a saber, que os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho" (compare também Ef 2.14-16; 1 Co 12.13). Agora não existe mais diferença entre judeu ou gentio para aqueles que se tornaram crentes no Senhor Jesus Cristo, em Cristo estamos inseparavelmente unidos: "porque todos quantos fostes batizados em Cristo, de Cristo vos revestistes. Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos sois um em Cristo Jesus" (Gl 3.27-28; compare também Rm 10.12; Cl 3.11). Como nos tornamos dessa maneira um corpo com os judeus messiânicos, deveríamos encarar fraternalmente a eles e ao seu ministério, pois está escrito: "Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé" (Gl 6.10).


5. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque a Bíblia o ordena


Lemos em Romanos 15.26-27: "Porque aprouve à Macedônia e à Acaia levantar uma coleta em benefício dos pobres dentre os santos que vivem em Jerusalém. Isto lhes pareceu bem, e mesmo lhes são devedores; porque, se os gentios têm sido participantes dos valores espirituais dos judeus, devem também servi-los com bens materiais." O apóstolo Paulo louva o ato dos crentes dentre os gentios da Macedônia e Acaia, que levantaram uma coleta em benefício dos "santos que viviam em Jerusalém" e os serviram com bens materiais. Esses "santos que viviam em Jerusalém" eram judeus crentes em Jesus, que estavam em grandes dificuldades. Adicionalmente, Paulo ainda menciona a responsabilidade dos crentes dentre os gentios para com seus irmãos judeus e os descreve como seus "devedores". A "Bíblia Viva" diz: "Porque, como vocês sabem, os cristãos da Macedônia e da Acaia tiraram uma coleta para os de Jerusalém, que estão passando dificuldades. Eles ficaram muito contentes em fazer isso, pois sentem que têm uma verdadeira dívida para com os cristãos de Jerusalém. Por quê? Porque as notícias a respeito de Cristo lhes chegaram através da igreja de Jerusalém. Visto que eles receberam deles esta magnífica dádiva espiritual do Evangelho, sentem que o mínimo que podem fazer em retribuição é dar-lhes alguma ajuda material." Não devemos eximir-nos dessa grande responsabilidade e deveríamos contribuir para que a Igreja messiânica em Israel possa atuar de maneira abençoada.


6. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque eles têm as melhores condições de ajudar seu próprio povo


Fritz May escreve sobre os judeus messiânicos:
A maior parte dos judeus messiânicos em Israel é de sionistas ardentes e cidadãos cientes da sua responsabilidade, favoráveis a Israel, embora não aprovem tudo o que acontece na vida do seu povo. Mas eles crêem nas promessas proféticas da Bíblia para seu povo e sua terra.
A seguir ele cita um líder judeu messiânico em Israel:
"Eu sou um sionista. Amo meu país e defendo todos os seus direitos, exigências e reivindicações... Em todo o mundo, judeus messiânicos se preocupam em promover o bem-estar de seu povo".
Os judeus messiânicos são os que mais podem fazer pelo seu povo. Eles crêem no cumprimento das profecias bíblicas em nossos dias e vêem como sua tarefa semear de muitas maneiras a boa semente da Palavra de Deus. Assim eles certamente contribuem para que em Israel – mesmo depois do arrebatamento da Igreja – ainda muitos se convertam ao Messias. Talvez eles até estejam lançando a semente para os 144.000 judeus selados de Apocalipse 7. Eles oram pelo seu povo, como nenhum outro israelita poderia fazer melhor, e também são ativos no campo social. Pela sua presença, eles são uma grande bênção para a terra e para o povo de Israel. Infelizmente ouve-se que eles sofrem cada vez mais pressões. Tanto mais deveríamos apoiá-los em oração e fraternidade.


7. Devemos apoiar os judeus messiânicos, nossos irmãos judeus, porque o próprio Messias no qual eles crêem é judeu


Romanos 9.5 diz a respeito: "...e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém." Se, como cristãos, estamos ao lado de Jesus e nos chamamos irmãos e irmãs, também devemos estar ao lado daqueles que Jesus chama de Seus irmãos e amigos. Não eram judeus que criam em Jesus a quem Ele chamou de Seus amigos? Sim, pois é o que está escrito em João 15.15: "Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer." E se o Senhor Jesus diz: "Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes" (Mt 25.40), devemos observar que Jesus chamou de irmãos em primeiro lugar os que criam nEle, o que se deduz claramente de Mateus 12.48-50, 28.10 e Hebreus 2.11.


Resumindo: Devemos apoiar toda a casa de Israel, pois ela tem promessas permanentes e que se cumprirão em breve. Israel foi e continua sendo o povo escolhido de Deus, e nós temos o dever de abençoá-lo. Mas dele fazem parte, de modo especial, os judeus messiânicos.


 (Norbert Lieth -http://www.chamada.com.br)






Texto retirado: http://mayconcampos.blogspot.com

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, agosto de 1999.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Somos um com o Mashiach e ele um com o Eterno.

Por Giliardi Rodrigues


 


 

A voz do profeta ecoa pela a história

Anunciando a Eternidade,

Pelas palavras da Torah

Podemos experimentar a essência da verdade.

Não há nada no mundo

Não existe nada mais profundo

Que a destra do Eterno e Sua Majestade.

O guarda de Sião não dormita

E não dormitará zelando pela a sua cidade,

O coração do Mashiach chora pelo o seu povo

E ele virá de novo, nos salvar do dia da calamidade.

Eis que ele vem sobre as nuvens com a chave de Davi

Para reinar aqui e trazer paz a humanidade.

Ele reunirá as tribos perdidas, curará nossas feridas,

Pois, ele é o médico de Gileade,

Ele foi transpassado e humilhado

Obedecendo ao Pai demonstrou fidelidade.

Agora ele é rei por direito e de fato

Pois o Eterno o escolheu e a ele concedeu capacidade.

Governará de Sião aos confins do universo

Somos um com ele, e ele um com o Pai da Eternidade.


 


 


 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

As boas novas do Reino e o evangelho perdido de Yeshua .

Por Giliardi Rodrigues


 


 

Evangelho dentro do conceito hebraico bíblico significa "boas novas do Reino", essa é a mensagem que o Messias veio trazer a humanidade. A máxima do Reino é a salvação da escravidão do pecado para a servidão da liberdade. Enquanto o escravo é obrigado a trabalhar para o seu senhor, o servo não é obrigado, mas tem prazer e alegria em servir o seu "Senhor".

E, libertados da escravidão do pecado, fostes feitos servos da justiça
(Romanos 6:18).

Com propósito de conceder liberdade no Reino da luz é que D'us salva o homem da escravidão do império das trevas. O homem não é senhor absoluto de si mesmo, ele sempre estará debaixo de uma autoridade, seja ela das trevas ou de D'us. Nem mesmo o mal é senhor absoluto de si mesmo, pois está debaixo e sujeito a autoridade soberana de D'us.

O homem que é salvo e foi liberto tem a opção de escolher, o homem que é escravo não tem a opção de nada ou apenas cumprir o que lhe é imposto. D'us jamais obrigou o homem amá-lo e sempre desejou que o homem o servisse por gratidão. Dentro deste aspecto que entra a mensagem do Reino, pois se somente D'us é soberano, somente a ele o homem deve servir. O homem não foi criado para ser escravo das coisas, mas servir ao D'us que criou todas as coisas, o homem não foi criado para se submeter ao mal, mas para governar sobre o mal com a autoridade concedida por D'us. O homem não foi criado para adorar e venerar a natureza, mas para reconhecer que D'us está acima de tudo, que a sua gloria pode até ser refletida através da natureza, mas ele não é a natureza e sim o Criador da natureza.

Liberdade não significa completa inserção de domínio e submissão de autoridade. Ser livre é estar debaixo da competência correta, do Senhor certo. Ser livre é poder escolher o caminho pelo qual se quer seguir, olhar para o que é aparentemente bom e escolher o que é certamente justo. Ser livre é muitas das vezes ter a oportunidade de fazer o que é errado, mesmo que ninguém veja e saiba e mesmo assim escolher o caminho do que é reto e justo, ser livre é viver a verdade, ser fiel aos princípios da lei de D'us e ter a consciência que sempre a justiça é a melhor opção.

Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (João 8:36).

A mensagem essencial do Reino é a liberdade para servir, aquele que almeja ser o maior, seja o primeiro disposto a servir. Jesus (Yeshua) ensinou muitas coisas acerca dos princípios legais do Reino de D'us. Ele na oração do Pai nosso disse que a vontade do Pai é soberana sobre todas as coisas, inclusive sobre a dele e que o filho não faz nada se não for da vontade do Pai.

Viver em submissão a vontade de D'us é literalmente ser livre e ter liberdade. Ser servo é andar na contramão dos princípios do mundo. O servo do Reino de D'us atenta para o bem da perfeita lei da liberdade e não é apenas um mero expectador dos acontecimentos, mas um fazedor da obra, um bem aventurado com sede de justiça.

Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecediço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.
(Tiago 1:25)

Jesus no sermão da montanha ensina que o Reino de D'us não pode ser comprado com ouro e prata, porque ele é dos pobres de espírito (humildes), os que choram são dignos de serem consolados, pois pelo o mundo eles são humilhados e desprezados, os mansos herdarão a terra, pois perseveraram e não se corromperam, que os que tem fome e sede de justiça serão fartos, que os misericordiosos e piedosos alcançarão o favor e a graça de D'us, que os pacificadores serão chamados filhos de D'us, que os que sofrem perseguições serão herdeiros do Reino dos Céus.

A mensagem do Reino é nenhum momento massageou o ego dos egoístas, dos mentirosos, dos impiedosos, dos que amam as riquezas, dos que buscam estátus e reconhecimentos diante dos homens, dos corruptos, dos que amam levar vantagens em cima dos outros, dos injustos, dos que inseminam a discórdia e promovem guerras.

Os princípios do Reino é um murro na cara do mundo, pois o servo da justiça não se corrompe e nem se vende por dinheiro nenhum. A verdade, a integridade e a fidelidade a D'us são fundamentos inegociáveis. O caminho da retidão habilita o homem a excelência da relação com D'us. Ser servo do Reino é poder se aproximar de D'us com o coração puro (kavaná) e cheio de humildade, a bíblia diz que ele não resiste um coração puro e quebrantado. Mas os soberbos nunca poderão deliciar desta experiência, pois o coração deles estão nas coisas (idolatras) e não no Senhor soberano sobre todas as coisas.

Infelizmente a mensagem central do evangelho de Yeshua foi perdida ou colocada de lado pelos os religiosos que se acham detentores da verdade. O evangelho que bate de frente e convence o homem do pecado, foi trocada pelo "o evangelho da conveniência" pela a falsa ideia que possuir bens materiais é sinal de prosperidade. A bíblia diz que o homem prospero é isento de necessidades. Prosperidade dentro do conceito bíblico é plenitude, ou seja, o homem pleno ele tem tudo, porque ele tem D'us.

Uma das palavras usada para definir prosperidade na bíblia é "Shalom" que significa: paz, saúde, liberdade, sabedoria e riquezas. Shalom expressa algo pleno, cheio e completo. Se a pessoa tem riqueza e não tem saúde, ele não tem shalom. Se a pessoas tem saúde, mas não tem paz e liberdade, ela também não tem shalom.

A bíblia diz que devemos buscar primeiramente o "Reino de D'us" e a sua "Justiça" que as demais coisas nos seriam acrescentadas. Definir prosperidade apenas como riqueza financeira é algo muito simplório é tentar diminuir a capacidade de D'us de fazer infinitamente mais daquilo que pensamos e imaginamos.

A "teologia da prosperidade" é um câncer que corrompeu o seio da igreja, as pessoas buscam a D'us não por amor e nem porque tem fome e sede de justiça, as pessoas buscam a D'us em pró de riqueza materiais, milagres, curas, problemas sentimentais, dificuldades com relacionamento etc. as escrituras dizem que devemos buscar não as coisas de D'us, mas o D'us que tem poder para realizar todas as coisas. Devemos amar a D'us pelo o que ele é, não meramente pelo aquilo que ele faz. É claro, ele é o D'us que faz todas as coisas, mas quando buscamos em D'us somente aquilo para satisfazer as nossas necessidades estamos sendo egoístas e idolatras.

Os servos do reino de D'us não se abalam por circunstancias, podemos citar o caso de Jó que perdeu tudo o que tinha e mesmo assim permaneceu fiel a D'us e sua justiça. Abraão amou mais a D'us que as riquezas da sua casa e de sua parentela, por isso é chamado do pai da fé ou o justo que viveu somente pela fé. O apostolo Paulo diz que em tudo D'us esteve do seu lado e que "nada"poderia separa-lo do amor de D'us, nem mesmo a morte, a dor, o sofrimento, a riqueza, os anjos, as coisas do passado e nem as coisas do porvir, as alturas e as profundidades, nada, absolutamente nada tem mais valor do que ser submisso e aceitar em amor o Reino de D'us.

Nós que somos servos do Reino de D'us temos a responsabilidade de ser o sal da terra e luz do mundo, fomos libertos do pecado e do império das trevas para obedecer a lei de D'us e sermos justos. O nosso coração deve ser sempre inclinado e disposto a manifestar o amor e a justiça de D'us. Que as pessoas possam ver Cristo em nós através dos nossos testemunhos e das nossas atitudes de ética do Reino.

As boas novas de Yeshua é a mensagem que tem que ser retomada e pregada nas ruas, nas praças, nas cidades e nos quatro cantos da terra. Somente o evangelho verdadeiro e genuíno da verdade tem o poder de libertar o homem do império das trevas e da escravidão do pecado. Somos livres, pois fomos alcançados pela a graça de D'us e convencidos pelo o Espírito Santo que o melhor caminho é a justiça e a lei de D'us.


 

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Este texto nasceu através de uma palestra feita pelo o Igor Miguel do Ministério Ensinando de Sião.

Yerushalaim: Cidade do grande Rei!


 


 

Oh Jerusalém,

Cidade do grande rei,

Amada pelo o D'us Eterno criador dos céus e da terra,

És tu a cidade de paz e centro do Reino Eterno,

Bem aventurados são os filhos de Sião aos confins da terra,

Nos teus santos montes estão a "Casa do Senhor",

Os nossos pés estão dentro das tuas portas,

Jerusalém está edificada como uma cidade bem sólida,

O coração do Mashiach chora e alegra por ti,

Benditos são os sons de teus shofares,

És a preciosa e a mais bela de todas,

Suas ruas são do mais puro ouro

Os teus muros ornamentados com as mais afetadas joias,

Alegrei-me quando me disseram: vamos á casa do Senhor,

Onde sobem as tribos, as tribos do Senhor, como testemunho de Israel,

Pois ali estão os tronos de juízo, os tronos da casa de David.

Orai pela paz de Jerusalém: prosperarão aqueles que te amam.

Haja paz dentro dos teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios.

Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Haja paz em ti.

Por causa da casa do Senhor, nosso Deus, buscarei o teu bem.


 


 

Coisas do meu Pai, de meu Aba Pai.

Por Giliardi Rodrigues

Quando oro, falo com D´us.

Quando leio a bíblia, D´us fala comigo.

Quando choro, ele me consola com teu Espírito.

Quando alegro, sei que ele está comigo.

Quando durmo, sonho com ele.

Quando acordo, dedico o meu dia a ele.

Quando estou fraco, ele me dá forças.

Quando estou forte, ele me ensina humildade.

Quando me calo, ele toca o meu coração.

Quando falo, ele sempre está atento a me ouvir.

Quando paro, ele me incentiva a dar mais um passo.

Quando corro, ele me pede para andar.

Quando vejo alguém sofrendo, ele me pede para ajudar.

Quando ajudo, ele fica feliz e sorrir para mim.

Quando abraço alguém, ele pede para abraçar mais forte.

Quando esqueço as coisas, ele faz questão de me lembrar.

Quando sinto frio, ele me aquece com seu amor.

Quando estou muito agitado, ele me acalma.

Quando estou com preguiça, ele me incentiva e me dá animo.

Quando erro, ele me pede para tentar de novo.

Quando acerto, ele festeja de tanta alegria.

Quando brigo com alguém, mesmo certo, ele me pede para eu pedir perdão.

Quando peço perdão, ele me dá um amigo de presente.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Dormir é nascer, morrer é acordar.

Por Giliardi Rodrigues


 


 

Uma comparação desta vida como uma noite de sono...

Uma noite tem 12 horas e uma vida pode ter no Maximo 120 anos (foram pouquíssimas pessoas que passaram ou que chegaram a essa idade). Vamos imaginar que estamos dormindo, dentro do sono todos os sonhos parecem reais. Muitas pessoas têm sonhos bons que nunca querem acordar, enquanto outras pessoas têm tantos sonhos ruins (pesadelos) que não tem prazer em dormir, existem também aquelas que têm insônia (não conseguem dormir e quando dormem tem um péssimo sono).

Os sonhos assim como a vida são bons e vitais para a existência humana. Existem pessoas que conseguem o melhor do que a vida pode dar, são pessoas felizes, realizadas e satisfeitas. Também existem pessoas que são totalmente insatisfeitas com a vida, essas não tem prazer em viver, podemos dizer de alguma maneira que elas sobrevivem, pois vivem uma vida cheia de amarguras e sofrimentos.

Como a vida do mesmo modo pode ser os sonhos à noite, pessoas que tem sonhos maravilhosos não querem acordar, pessoas que tem pesadelos não conseguem dormir e ficam loucas para que a noite acabe e o dia chegue.

A grande máxima da vida e dos sonhos não é a quantidade de tempo e sim a qualidade pelo qual administramos o fator "tempo".

O tempo é real e ao mesmo instante relativo, a ideia de tempo estar inteiramente ligada à forma como percebemos a nossa realidade. Existe um ditado que diz que tudo que é bom, dura pouco, talvez isso explique que quando estamos felizes com algo desejamos que esse tempo dure para sempre, quando é o contrario desejamos que este tempo acabe logo.

Bom, todo mundo sabe o dia em que nasceu através da certidão de nascimento e até comemoram o aniversario nesta data, mas não sabem o dia da morte e nem estará aqui para essa celebração. Assim também é o sono, todos sabem a hora de se deitar, mas nem todos sabem o momento que vai acordar (embora, já esteja marcado no despertador). O interessante é que sabemos em parte a nosso inicio e poucas certezas podemos ter do nosso fim.

Existe algumas perguntas que permeiam a mente humana, como por exemplo:

- De onde vim?

- Para onde vou?

As respostas são incertas e na sua grande extensão são apenas supocisões. Ninguém sabe exatamente de onde veio e pouco pode responder como vai ser a morte e para onde vai depois da morte. Pelo menos, se pode responder sobre o presente "estou aqui". Também quando dormindo seja tendo um sonho bom ou ruim, durante o sono não sabemos precisamente a hora que dormimos e nem o momento como o sonho vai acabar.

A vida e os sonhos são um mistério, tem gente que morre antes de nascer no útero da mãe, tem gente que menos de 10 minutos de sonho parece que dormiu uma eternidade de tanta historia para contar. Tem gente que vive mais de cem anos e não se lembra de quase nada do que viveu (amnésia), como também tem gente que dormiu mais de doze horas sonhando e não se lembra do sonho que teve por toda a noite.

Quando parei para pensar sobre essas coisas, imaginei que talvez esta vida seja apenas uma noite de sono. Existem pessoas que querem viver e sonhar, também existem pessoas que já perdeu a razão de viver e não tem mais prazer em sonhar. As pessoas que alcançaram a felicidade nesta vida e como a pessoas que teve um sonho maravilhoso e a pessoa que somente sofreu é como que tivesse um pesadelo.

Como já dizia o poeta:

"Sonhar é vagar no infinito das possibilidades,

Viver é encontrar com a realidade,

Mas, para viver é preciso sonhar".


 

Se nascer é como dormir, morrer é como acordar. Se por algum momento fechamos os olhos na eternidade quando dormimos para viver esta realidade, quando morreremos será como abrir os olhos e acordar para a nossa verdadeira realidade. De uma coisa podemos ter absoluta certeza, que um dia iremos morrer, mas este não é o fim, mas apenas um despertar para um novo dia.

Que seja um belo dia, com um por do sol maravilhoso, que possamos morrer aqui e acordar do lado de D'us nosso Pai, ele ficou acordado toda a noite para preparar um lanche bem gostoso de café da manhã. Pena eu tenho daqueles que vão morrer aqui e já acordar num tremendo stress na eternidade, melhor é que eles continuem dormindo por aqui.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Terra sem males - (Reino de D'us).

Por Giliardi Rodrigues



O bereshit (Gênesis) é a marca da expressão da graça de D'us sobre a criação. O vácuo onde havia somente trevas foi preenchido com a luz, onde o caos preponderava dentro da escuridão, à palavra trouxe à existência a ordem.


A terra havia se tornado sem forma e vazia, no bereshit D'us disse “Haja”, e o que não existia veio à existência através da sua palavra. A criação foi formada com manifestações de virtudes e atributos do Criador. D'us demonstra a sua face mediante as suas atitudes estampadas na criação.


A terra foi escolhida por D'us para ser colônia dos céus, um lugar perfeito, onde a vida é eterna, um lugar onde a morte não tem lugar, onde a trevas não tem espaço, um paraíso onde ele escolheu para o homem viver eternamente como gestor da criação. O homem foi formado como todos os elementos da natureza e foi chamado por D'us como obra prima da criação. Verdadeiramente um ser a imagem e semelhança do seu Criador.


A realidade espiritual e física se fundiu em harmonia manifestando todos os atributos do reino eterno e infinito de D'us. A bíblia diz que tudo o que D'us fez e criou era muito bom, perfeito e agradável. No meio do paraíso D'us fez um jardim e o chamou de Éden, um lugar onde Criador escolheu para estar e encontrar com o homem todos os dias, um lugar perfeito, uma terra sem males e sem pecado.


Como numa relação de um pai e um filho, D'us ensinou o homem a falar, a andar, a colocar nomes nas plantas e nos animais, a pensar e refletir no que era bom e mal. O próprio D'us colocou no centro do jardim a árvore da vida e árvore do conhecimento do bem e do mal. Creio que a intenção do criador era educar o homem a fazer escolhas, D'us cedeu ao homem o livre arbítrio ou a liberdade de fazer suas próprias escolhas. D'us mesmo sabendo que o homem poderia um dia escolher o mal em vez do bem abonou ao homem esse privilégio.


D'us aspirou que o homem tivesse liberdade de escolhas, que se achegasse a ele por amor, por entender que não existe nada melhor do que estar na presença do seu Criador. O homem foi criado e formado para servir e não para ser escravo, D'us nunca obrigou o homem a nada, mas sempre apontou a melhor opção e respeitou a decisão de liberdade do homem em optar o caminho pelo qual poderia escolher a direção.


O éden é o lugar onde criatura e criador se encontra. O ambiente perfeito para viver e expressar o ar da liberdade, estar no paraíso não é uma obrigação e nem uma imposição, mas o lugar onde a vida encontra sentido no livre arbítrio e na gratidão da dádiva de D'us. Viver na terra sem males é muito mais que uma opção, é a fórmula de gratidão e amor por tudo que o Pai criador “é” e recomendou para o homem.



quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Ninrode e Melquisedeque (Reino de Caos e Reino de justiça).


Por Giliardi Rodrigues

"Pouco a pouco, transformou o estado de coisas numa tirania, sustentando que a única maneira de afastar os homens do temor a Deus era fazê-los continuamente dependentes de o seu próprio poder. Ele ameaçou vingar-se de Deus, se Este quisesse novamente inundar a terra; porque construiria uma torre mais alta do que poderia ser atingida pela água e vingaria a destruição dos seus antepassados. O povo estava ansioso de seguir este conselho, achando ser escravidão submeter-se a Deus; de modo que empreenderam construir a torre [...] e ela subiu com rapidez além de todas as expectativas."Jewish Antiquities (Antiguidades Judaicas), I, 114, 115 (iv, 2, 3).
Ninrode é o filho da rebeldia, o pai do paganismo, o adorador do sol, o inimigo do D'us criador dos céus e da terra. Filho de Cuxe e neto de Cam que tentou abusar sexualmente de seu pai Noé e foi amaldiçoado. Ninrode traz nas suas veias o sangue da maldição. Ele é o propagador da independência da soberania de D'us.
As historias pagãs dizem que Ninrode após assassinar seu pai, se casou com sua própria mãe Simeriádes, o seu reino se iniciou em babel na terra de Sinar. A construção da torre de babel foi sobre a liderança e supervisão de Ninrode, o grande objetivo era desafiar e lutar contra D'us pela a morte de seus antepassados (filhos de Caim), a torre de babel seria para livrar as pessoas no caso D'us enviasse outro dilúvio.
A ideia inicial de Ninrode também era construir um reino centralizado nele, que todos os povos da terra ao olhar de qualquer ponto poderiam saber que a torre estava no centro e que Ninrode era rei sobre a terra. Os cultos aos deuses das nações tiveram origem na idolatria de Ninrode. Da família de Ninrode nasceu o paganismo, esta família deu inicio a trindade: Ninrode, Simeriádes e Thamus.
Dessa tríade originou-se todo o paganismo pós-dilúvio, Greco-Romano, Celta Babilônico que deu origem a toda idolatria nos tempos de hoje. O princípio do seu reino foi Babel na terra de Sinar. Ninrode introduziu o ocultismo ao sistema religioso pagão, que é usado até os nossos dias, e se tornou o deus sol (Baal’Zibull), satanás é representado por Ninrode, o grande bruxo, ou seja, um sacerdote idolatra diabólico que praticava todo o tipo de atrocidades.
Sob sua direção a astrologia se desenvolveu e assentou as bases para a magia branca e magia negra. O pecado era tanto que a pratica de sacrificar crianças se tornou muito comum, por isso que seu nome ficou também conhecido como Moloque.  

Melquisedeque (Melk Tsedeque)

Nesta mesma época vivia um homem justo, integro que governava em Shalém mais tarde ficou conhecida como Jerusalém.  Melquisedeque era servo do D'us criador dos céus e da terra.
Melquisedeque não suportava tanto pecado sobre a terra, ele tinha pavor da idolatria de Ninrode, por esse motivo esse rei justo saiu pela terra à caça de Ninrode, ao encontra-lo matou, cortou o seu corpo e espalhou pela a cidade de babel.
O povo babilônico lamentou muito a sua morte, mas satanás, já tinha um substituto para Ninrode, era sua Mãe e mulher Simeriádes. Imediatamente logo após sua morte do seu filho e marido, Simeriádes proclamou que Ninrode era agora um deus, “o deus sol”. Automaticamente ela se transformaria em uma deusa, e chamou a si mesma de Rainha dos Céus, é assim ela aparece na bíblia:
“Os filhos apanham a lenha os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha para fazerem bolos a Rainha dos céus...” (Jeremias7: 18).

A origem do paganismo

Simeriádes ordenou que adorassem o deus sol (Ninrode). Logo foi criada as virgens vestais e sacerdotes para controlar o povo, foi instituído o confessionário, assim ela, controlava tudo e também o celibato, abrindo a porta para o lesbianismo e homossexualismo entre eles.
Ao engravidar de um de seus sacerdotes, ela disse que Baal Ninrode havia se encarnado nela durante a noite e lhe gerado um filho que recebeu o nome de Thamus, ela afirmou que ele era a encarnação de Ninrode (Baal).
Ao consultar seus astrólogos, eles disseram que 25 de dezembro era o solstício de Inverno dia em que sol está mais distante da terra. Declararam que o dia 21 de dezembro o sol morre, então no dia 24 de dezembro começa a ressuscitar, e no dia 25 de dezembro é o seu aniversário. Simeriades ordenou ao mundo, que comemorassem o aniversário do seu filho (natal).

Simeríades também espalhou a notícia que Ninrode seria representado por um pinheiro que havia nascido em seu jardim e que todo ano o espírito de Ninrode visitava aquela árvore e deixava pendurado nela, presentes para Simeriádes. Ninrode passou a ser aclamado como o espírito da vida da natureza, e mais tarde Simeriádes passou a ser a deusa-mãe e rainha dos céus. E o costume de plantar árvores, e adorá-las como deuses foi criado.
O poste-ídolo era a árvore de Baal ou de natal. Baal para eles significava senhor. Mas os israelitas chamavam Baal zebul - senhor das moscas, e Jesus (Yeshua) o chamou de Belzebu “príncipe das trevas”.

Naquela mesma noite, lhe disse o Senhor: Toma um boi que pertence a teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derriba o altar de Baal que é de teu pai, e corta o poste-ídolo que está junto ao altar. (Juízes 6: 25.)

Ressaltamos que a árvore estava presente nos cultos aos deuses da maioria dos povos antigos, e que o verdadeiro Deus, proibiu o seu povo hebreu de adotarem e contraírem tal prática. A árvore de natal é uma remodelagem da árvore de Ninrode. Nesse sentido se torna um ponto de contato com espíritos, porque atrai o espírito de Ninrode, camuflado tão magistralmente de espírito natalino. Representa a volta ou renascimento desse espírito de poder na pessoa de Ninrode.

Mas como árvore de Baal ou a árvore de natal assume uma posição ainda mais avassaladora. Porque representa diretamente um culto ao próprio demônio, príncipe das trevas. Natal significa nascimento. E árvore de natal seria “árvore do nascimento”, mas na realidade não é o nascimento de Jesus, e sim um culto ao renascimento de Ninrode.

O paganismo babilônico, gradativamente foi se tornando parte dos povos, que após babel, ao serem confundidas suas línguas, levaram a adoração da chamada trindade para às suas culturas. Apesar dos nomes diferentes conforme a língua falada, toda a gama de deuses da mitologia antiga se resume em três pessoas: Thamus, Ninrode e Simeriádes.
As pessoas estão celebrando isso até mesmo sem saber. Nós não adoramos a Deus através de coisas. Os presentes na árvore procuram demonstrar o amor que umas pessoas tem pelas outras, como na sua origem lendária, simbolizava o amor de Ninrode pela sua esposa e mãe ao mesmo tempo.


D'us sempre condenou a idolatria


E levou-me à entrada da porta da casa do Senhor, que está da banda do norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas, chorando por Tamuz. E disse-me; Viste, filho do homem? verás ainda abominações maiores do que estas. E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor, e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente; e eles adoravam o sol, virados para o oriente. Então me disse: Viste, filho do homem? há coisa mais leviana para a casa de Judá, do que essas abominações que fazem aqui? havendo enchido a terra de violência, tornam a irritar-me, e ei-los a chegar o ramo ao seu nariz. (Ezequiel 8:14-17)
Tamuz era um deus do alimento e da vegetação, fazendo um profunda alusão ao seu pai Ninrode que, segundo a lenda, renasceu e foi representado pela a forma de um pinheiro. A árvore de natal é a árvore do nascimento, ou melhor, do renascimento tanto de Ninrode como de Tamuz, um deus da vegetação. Tamuz significa "filho da vida". Quando a vegetação renascia após o período da estiagem, acreditava-se que Tamuz estava ressuscitado.
Mudaram o nome da festa de dedicação ao sol no dia 25 de dezembro para o dia do nascimento de Jesus. Mudaram a árvore que era dedicada a Baal para árvore de natal Mudaram a deusa-mãe ou rainha dos céus dos babilônicos (Simeriádes) para mãe de Deus. Mudaram o sinal do T de Tamuz que era feito na testa para o sinal da cruz de Jesus. Mudaram as festas em que bolos e bebidas eram dedicados à rainha dos céus para a ceia do natal.


O Mashiach (Messias).


Melquisedeque de alguma forma representou o messias na historia ao destruir as obras do mal e implantar um reino de ordem e justiça. Se não fosse por ele e por sua descendência (Semitas) o mundo já havia sido destruído e dominado pelo o império das trevas.

Através da aliança que D'us fez com Abraão é que todos somos chamados à salvação, D'us prometeu que através da semente de Abraão (Messias) ele abençoaria as nações e salvaria o seu povo dos filhos de Ninrode.

O messias vem para erguer o trono de Davi, reinar de Sião sobre as nações e trazer paz sobre a terra. Entretanto para que tudo isso seja uma realidade é necessário primeiro destronar o mal. O Messias vem para exterminar com toda idolatria existente em toda a face da terra e mostrar para as nações que existe somente um D'us verdadeiro, que é o D'us de Melquisedeque, Abraão, Isaque e Jacó.

Nunca mais se ouvirá de violência na tua terra, de desolação ou destruição nos teus termos; mas aos teus muros chamarás salvação, e às tuas portas louvor. Nunca mais te servirá o sol para luz do dia, nem com o seu resplendor a lua te alumiará; mas o Senhor será a tua luz perpétua, e o teu Deus a tua glória. Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará; porque o Senhor será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão. E todos os do teu povo serão justos, para sempre herdarão a terra; serão renovos, por mim plantados, obra das minhas mãos, para que eu seja glorificado.(Isaias 60:18-21)

A bíblia diz que o sol e a lua que os filhos de Ninrode (pagãos) tanto adoram serão destruídos, e o senhor D'us todo poderoso, criador dos céus e da terra, será a luz dos justos, ele é o verdadeiro sol da justiça.

O Messias nos últimos dias destruirá toda idolatria e paganismo que contaminaram a terra pelos os filhos das trevas. O lugar que D'us tem preparado deste a fundação do mundo será a morada dos salvos.

E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. E as nações andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra. E as suas portas não se fecharão de dia, porque ali não haverá noite. E a ela trarão a glória e honra das nações. E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.             (Apocalipse 21:23-27)




segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Internacionalização da Amazônia

ESSA CALOU OS AMERICANOS.!!! SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS


 

Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi à resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia". Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. "Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade".

"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."

"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado". Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo". O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA". Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA". Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

"Defendo a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida". Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.

Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo".

Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!


 

sábado, 2 de janeiro de 2010

Mashiach, Messias, Cristo e/ou Ungido

Por Giliardi Rodrigues


 


 

Um homem, um deus (Elohim), um profeta, um mito,

Para muitos um mestre, para outros um ídolo.

Para uma parte ela já veio, para outra parte ainda virá,

Enquanto centenas de milhares crêem no seu nome,

Outros insistem em duvidar,

Livros e mais livros já foram escritos a seu respeito,

Mas, poucos por direito sabe por quem a si tratar.

Dizem que ele é judeu, também dizem que ele é cristão, também há quem diga que ele é muçulmano, e existem teorias que ele é/ou talvez seja indiano...

Títulos, títulos e mais títulos...

Rabino, pastor, profeta...

Filho do homem, filho de D'us, filho de Davi, filho de Yossef, filho de Adão, filho de Maria...

O maior psicólogo que já existiu?

O maior profeta que ensinamentos proferiu!

O maior mestre que redarguiu!

Certeza! Certeza? Ninguém sabe e nunca viu!?

Mashiach, Messias, Ungido ou Cristo?

Afinal, quem é ele?

Um homem ou super homem!?

2ª pessoa da trindade? Hum... Acho pouco provável!

Será ele real ou uma metáfora bíblica?

Existem cabalistas que dizem que ele não é uma pessoa, e sim um "era".

Na Tanach está escrito que ele é o Melech Ben Davi (O rei filho de Davi) que virá para governar sobre as nações e trazer shalom (plenitude) sobre a terra.

A Torah diz que ele "é"maior que Moises (Devarim 18:15)

Os nevi'ins (profetas) o chamam de varão integro, justo e apto para governar e salvar o homem do pecado. O seu nome é maravilhoso, excelso, magnífico, tsedkenu, Emanuel, D'us salvador (Yah'shuah).

Genealogias sem fim, infinitos debates a seu respeito, inúmeros conflitos religiosos, até guerras e perseguições foram feitas em seu nome (inquisição),mártires foram executados em praça publica em fidelidade aos seus ideais.

Homens, mulheres, crianças, judeus, negros, cristãos, muçulmanos, chineses, índios... Morreram, morreram e morreram – uns por acreditar, outros por negar e mais outros por covardia e crueldade de homens sem D'us, sem amor e sem caráter.

Mas o Messias vem para pregar o amor e a paz? Sim! Infelizmente pessoas fundamentalistas, fanáticas, cruéis, covardes, assassinas, mentirosas e idolatras cometem atrocidades manchando o nome do unigênito e primogênito de D'us.

A bíblia diz que o messias seria um homem de dores, um servo sofredor, ele pagaria com sua própria vida em resgate dos seus. Um homem fiel a Torah e o obediente aos mandamentos do Eterno. A bíblia também diz que ele é um servo vencedor, o renovo que brotaria da raiz de Jessé para erguer o trono de Davi e governar sobre as nações com vara de ferro. Ele é justo, fiel e verdadeiro para abrir o livro da vida, ressuscitar os mortos, condenar os ímpios, destruir o mal, aniquilar a morte, salvar todos aqueles que foram remidos e lavados no sangue do cordeiro. Ele é rei de Israel, o tão prometido, ungido, desejado das nações, o único que é rei de direito e de fato, sacerdote legal pela a ordem de "Melk tzsedk", o Navi, o primeiro e o ultimo, superior aos homens e aos anjos, representante de Hashem diante da criação. O seu governo é e sempre será terno e eterno.

Ele é o caminho, a verdade e a vida, a palavra de Elohim que tabernaculou e se encarnou entre nós, da sua boca o que estava oculto na Torah foi revelado em forma de amor e a justiça, ao tocar no seu talit pessoas puderam experimentar o milagre da cura e da salvação. Pela a sua barba descobrimos que o messias é humano e pelo o seu olhar a experiência do divino, do sobrenatural dentro do natural.

Quando os cristãos descobrirem que ele não é um ídolo, nem o gênio da lâmpada do Aladim que fica realizando desejos de riquezas e prosperidade num mundo capitalista e corrompido pelo o pecado – com certeza vão aprender a serem mais caridosos e menos ambiciosos.

Quando os muçulmanos descobrirem que ele não é fundamentalista fanático religioso e nunca pregou ódio entre os povos – com certeza vão aprender que o Misericordioso e bondoso Deus ama todos os povos e não faz acepção de pessoas.

Quando os judeus descobrirem que o Messias é judeu, da tribo de Judá, da linhagem de Davi, que foi circuncidado no 8* dia, sempre se vestiu como judeu, sempre se alimentou de comida Kasher e sempre obedeceu a Torah – com certeza vão chorar amargamente por aquele que foi transpassado na casa de seus irmãos e vão se arrepender por não ter acreditado que ele sempre esteve perto e veio para salvar os seus e ajuntar as tribos perdidas de Israel para governar sobre as nações.

Quando todos os povos da terra, se prostrarem diante do trono que será sobre o monte Sião, e toda língua confessar que o Messias é Rei de todo o universo (abaixo apenas do Eterno e Todo Poderoso) – com certeza vão descobrir que é melhor obedecer do que sacrificar, é melhor o caminho da verdade do que a mentira, melhor a luz do que as trevas, melhor é o amor e a justiça do que qualquer outra coisa.

Negros, brancos, índios, mulheres, crianças, judeus, muçulmanos e cristãos viverão em paz e harmonia. Até mesmos os animais como o lobo,o cordeiro, o leão, a vaca e o urso pastarão e comerão juntos, sem um causar dano ao outro – a criança brincará com a serpente e ela não lhe causará danos. Se uma criança morrer com 100 anos, morrerá ainda jovem, não existirá pessoas de poucos dias e nem aciãos que não cumpra os seus.