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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O culto ao deus tempo, ou atitudes mudam o mundo.



Por Giliardi Rodrigues

Todos sabem que o mundo carece de educação, de respeito, de solidariedade, de amizade, de carinho, de gentileza, de fraternidade, especialmente de justiça e amor. Fim de ano é tempo de festa, de comemorações, de confraternizações, de rezas, de mandingas, simpatias, desejos, meditações, cultos a entidades, orgias, glutonarias e muita bebedice.

Ano após ano pessoas lançam seus destinos ao tempo, fazendo dele um “senhor”, todos esperam e desejam que o ano subsequente seja melhor do que o ano passado, as pessoas fazem promessas, desejos e esperam que estes sejam pelo o destino ou pelo acaso de alguma maneira realizados.

Desde sempre o mundo nunca mudou por si próprio, o tempo em si jamais modificou e nem aperfeiçoou as relações humanas com genuína sinceridade e verdade. Sem contar, que fora todo este “oba oba” de celebrações de fim de ano os problemas das pessoas e do mundo estão longe de serem resolvidos simplesmente por rituais de simpatias místicas.

Embora o tempo seja relativo a cada cultura, ele é essencialmente neutro. Ou seja, ele não é bom e também não é ruim. O tempo é um instrumento ou uma ferramenta que não trabalha sozinha, ele sempre depende de alguém que executa em favor do realizar. As coisas acontecem através de atitudes, de ações e de trabalho.

O tempo não é um senhor que privilegia este ou aquele com sorte ou azar, o tempo não é um deus pelo qual as pessoas possam fazer culto esperando algo de bom em troca, o tempo não faz e não traz qualquer coisa alguma.

A lógica é a seguinte:

Se o tempo não muda nada, não podemos perder tanto tempo com misticismos e rituais. Sim, podemos usar o tempo a nosso favor. Como? Trabalhando, estudando, buscando sabedoria, qualidade de vida, respeitando o próximo, amando, cultivando amizades, praticando justiça, generosidade e paz – não somente um dia do ano, mas todos os dias.

Somente assim poderemos viver em um mundo melhor sem depender da sorte, do acaso, do destino e do tempo.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Afinal, o que se comemora no natal?


Por Giliardi Rodrigues


O nascimento de um deus?
Ou a celebração do capitalismo desordenado alimentado pela o marketing da
propaganda ambiciosa alheia?
Talvez a festa da confraternização de pessoas alimentadas por um porco com uma maçã na boca e um peru assado morto de forma cruel por homens obsecados pelo o dinheiro explorado pela a cegueira e a ignorância do seu próximo?
Quem sabe um culto subliminar a Ninrode, Semíramis e Tamuz?
Mais ainda, a celebração de Natalis Invicti Solis (nascimento do vitorioso deus sol) na religião Mitra?




Odeio o natal...

Por sua tanta beleza composta abstrata,
Pelas suas luzes sem brilho,
Pelos seus sorrisos carregados de hipocrisia e demagogia,
Pela a sua religiosidade cheia de ritos vazios e sem definição,
Pela a sua historia obscura e sua mentira idolatra mórbida,
Pelo seu sentido pleno de uma historia macabra escrita por homens sem coração,
Pelo o seu significado sem significado,
Pelas suas musiquetas chatas de fim de ano pagão,
Pelos os presentes de “amigos ocultos” aguados pelo o fingimento,
Pela a bebedice e glutonaria desenfreada,
Pelas as crianças que são enganadas por um papai Noel que nem existe,
Pelos seus fogos estourados no céu contaminado pela a poluição humana,
Sim, odeio o natal por toda falsidade que te cerca e te permeia.

  



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

2012 - Será o fim do mundo?


Por Giliardi Rodrigues


O fim do mundo é um assunto que intriga e interessa a muitas pessoas, periodicamente surgem profecias e especulações a respeito do tema. Por séculos, o homem vem tentando prever e desvendar uma data precisa para o “Fim do Mundo”. Tanto a religião, quanto a ciência vem estudando o assunto para encontrar respostas concretas que circunde a verdade a respeito da questão.

Por centenas de vezes muitas previsões falharam, podemos lembrar que todas as vezes que o cometa Halley passava se acreditava que o mundo estava por acabar. Em 1999 por conta do final do segundo milênio, muitas pessoas acharam realmente que o mundo estava perto do fim, se pregoou até uma frase dizendo que de mil passarás, mas a dois mil não chegarás.

A expectativa do fim foi grande, mas o mundo ainda não acabou!

Afinal, o que acontecerá em 2012?

O calendário Maia está em pauta para analise a muitas ideias catastróficas. Dizem que ele é preciso e ao mesmo tempo muito complexo. O calendário descreve muitos ciclos. Por exemplo, no dia 21 de dezembro de 2012 encerrará um grande ciclo de 1.870.000 dias, que equivale aproximadamente 5125 anos. O nosso calendário gregoriano também é marcado por ciclos de dias, semanas, meses, anos, décadas, séculos e milênios. O que incide no fim de um ciclo é o inicio de outro ciclo subsequente (Obvio).

Dizem que o sol tem um ciclo de 11 anos em sua atividade magnética, que devido o vento solar a polaridade magnética dos polos podem se inverter fazendo que manchas apareçam e desapareçam dentro deste período, ou seja, isso sempre aconteceu e acontece desde que o sol existe.

Há uma teoria sobre o alinhamento do sol no centro galáctico que ocorrerá no final de 2012 e que isso desencadearia catástrofes como terremotos e maremotos. Geometricamente o centro da galáxia é definido por um ponto no espaço, da mesma forma a cavidade onde reside o planeta a terra. É evidente perceber que estes dois pontos sempre estarão alinhados, ou seja, podemos lembrar que a cada solistico de verão que se inicia no dia 21 ou 22 de dezembro no hemisfério sul, o sol visto da terra sempre estará alinhado com o centro galáctico. E nada acontece (Geometria elementar).

Também, muito se especula sobre a possibilidade de um suposto meteoro ou objeto espacial se chocar com o planeta Terra. Se realmente existisse um grande objeto se aproximando da terra para uma colisão ao ponto de acabar com o mundo já em 2012 já teria sido detectado por telescópios profissionais e quem sabe até visível a olho nu.  Assim, como nada disso ainda é comprovado fica no ar esta suposição emaranhada de fantasias escatológicas e fatos reais.

Agora...

Felizmente ou infelizmente, até o momento não é confirmado nenhuma probabilidade do mundo acabar em 2012 por algum evento destes aqui citados.

sábado, 3 de dezembro de 2011

A beleza do Shabath


Por Giliardi Rodrigues



O shabath é uma dádiva da graça divina,
É sombra da plenitude da eternidade.
Shabath é uma marca da liberdade,
É um grito contra a escravidão e a opressão do trabalho.
Shabath é paz, liberdade, saúde, prosperidade e sabedoria.
Shabath é um memorial dos dias no paraíso
E um tapa na cara da avareza e da ambição.
Não, não é obrigação.
A guarda do shabath é um louvor expresso em ação,
Shabath é um linda mistizvah,
É um ato de amor e gratidão ao Eterno Criador.
Há um shabath kadosh reservado para os filhos do Eterno
Para celebrar as bodas do cordeiro
                                  nos dias do reino do Filho de Davi (Mashiach).
Então,
Todos os povos de todas as nações
que tiveram seus olhos ofuscados pelo o pecado.
poderão desfrutar e contemplar a beleza de celebrar o shabath.
Shabath é uma celebração da salvação,
Da libertação do Egito, da babilônia e da escravidão do mundo dominado pelo o mal.