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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O concilio de Copenhague e as profecias bíblicas.

Por Giliardi Rodrigues


 


 

Mais um fim de ano segundo o calendário gregoriano. Dois mil e poucos anos se passaram depois Jesus, não sabemos ao certo mais quantos anos passarão até que o nosso planeta suporte com seus recursos naturais as demandas e os maus tratos dos seres humanos.

Em Copenhague na Dinamarca os lideres das principais nações da terra se reuniram para discutir e tentar encontrar uma solução para o futuro do nosso planeta. Acontece que mesmo diante de uma situação critica o dinheiro ainda tem falado mais alto e sido em vez de solução, um empecilho para aprovisionar recursos e tecnologias para ajudar o nosso planeta.

Nações como EUA e China estão tendo dificuldades em se comprometer em diminuir seus indicies de poluição e exploração de recursos naturais, tudo isso porque ambos são sem sombra de dúvida os grandes vilões do nosso planeta, pois além de serem os responsáveis por grande parte da poluição, não querem assumir metas de comprometimento ao combate as mudanças climáticas.

Parece que a torre de babel se instalou em Copenhague, ninguém fala a língua de ninguém e quando fala ninguém entende. Se é difícil entrar em um acordo e consenso quanto mais apresentar soluções. O fato é que não é de hoje que estes assuntos são levantados e discutidos, também não será da noite para o dia que o problema será resolvido.


 

Enquanto isso...


 

A igreja que tem o papel de ser agente de transformação na terra e canal de D'us diante das nações permanece omissa, parece que assuntos de supra importância como este não comove os religiosos que estão mais preocupados com assuntos terceiros.

No ocidente ou mais precisamente no Brasil são mais de 25.000 (vinte e cinco mil) denominações cristãs diferentes. Cada uma tem a sua própria doutrina e o mais curioso é o fato de quase nenhuma igreja viver em acordo com a outra, o que não deixa de ser um tipo de "Babel".

A onda do momento é a teologia da prosperidade. Os lideres protestantes prometem bênçãos de D'us através de dízimos e ofertas dos fieis. Outras igrejas também da linha protestante que não aderiram ao movimento pentecostal, estão focadas em salvar apenas as almas dos pecadores. A igreja católica embora ainda tendo a maioria dos adeptos (praticantes e não praticantes) parece focar mais na tradição religiosa e estar fora de assuntos que envolvem o futuro do nosso planeta.

Durante séculos o cristianismo pregou o fim do mundo, o arrebatamento, a vinda do Messias, o anticristo, a besta, o arrependimento dos pecadores e uma série de outras doutrinas, no entanto nestes dias estes ensinamentos ou parte deles caíram no esquecimento.

O mais intrigante é que enquanto instituições religiosas travam uma guerra particular por dinheiro, por membros, por ser maior do que a outra, por se a única dona da verdade, por assuntos alheios e ou ligados a estes, o mundo vai girando e o tempo passando. Até mesmo os cientistas são atemorizados com as previsões das catástrofes que estão por assolar nosso planeta. (Tsunamis, terremotos, maremotos, aquecimento global, derretimentos dos polos, furacões, inundações etc.).

Tese judaica

Segundo o calendário judaico estamos no ano 5770 (2009 calendário cristão) contados deste o Bereshit (Genesis),. Existe uma crença segundo a tradição judaica que no ano 6000 (seis mil) a terra deverá entrar no milênio shabático, ou seja, passar mil anos de descanso.

A bíblia fala que o Messias virá para trazer paz sobre as nações e reinar por mil anos sobre a terra, neste tempo satanás ficará preso (Ap 20: 2-3). Neste período pós guerra e devastação quase completa da terra, começa uma nova era, um tempo de paz e de reconstrução do planeta terra.

O profeta Miqueias (1:1-5) diz:

Mas, nos últimos dias, acontecerá que o monte da casa do Senhor será estabelecido no cume dos montes, e se elevará sobre os outeiros, e concorrerão a ele os povos. E irão muitas nações, e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor, e à casa do Deus de Jacob, para que nos ensine os seus caminhos, e nós andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor de Jerusalém. E julgará entre muitos povos, e castigará poderosas nações, até mui longe, e converterão as suas espadas em enxadas, e as suas lanças em foices: uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra. Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do Senhor dos Exércitos o disse. Porque todos os povos andarão, cada um, em nome do seu deus; mas nós andaremos no nome do Senhor, nosso Deus, eternamente, e para sempre.

Ora, se a crença judaica estiver certa, falta um pouco menos de 250 anos para isso acontecer. Esta estimativa está bem próxima das previsões cientificas com relação a sustentabilidade dos recursos naturais da terra. Já estamos vivendo momentos de escassez de água potável em regiões de muitos países, e um dos motivos para estourar um guerra pode ser "água", sem contar que a exploração e mau uso destes recursos, podem abreviar os anos.

O mundo tem centenas de motivos para uma guerra mundial, deste a disputa por recursos naturais, destes interesses políticos e religiosos. Creio que assim como Kyoto, Copenhague será um divisor de águas na historia da humanidade, pois através destes encontros com os lideres das nações que saberemos como será o futuro do nosso planeta e mesmo que haja um acordo em curto prazo, tudo caminha de acordo com a cronologia profética bíblica, ou seja , para o fim e/ou o inicio de um novo tempo.


 

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