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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A língua dos anjos, o dom de línguas estranhas, as línguas estrangeiras e a festa de Shavuot (Pentecostes).





Por Giliardi Rodrigues


Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa, ou como o sino que tine. (1 Coríntios 13:1).
É muito comum no meio carismático, renovado, reformado e no meio pentecostal pessoas se apegarem neste versículo para dizer que no batismo do Espírito Santo as línguas estranhas se refere às línguas dos anjos. Entretanto não há nenhuma referencia na bíblia que alguém tenha falado as línguas dos anjos ou até mesmo que os anjos tem um idioma distinto das línguas dos homens.
O apostolo Paulo na carta aos coríntios falando sobre o dom sublime “O Amor”, usa uma figura de linguagem para explicar que este dom esta acima de todas as coisas. O texto do apostolo não foca e nem explica o dom de línguas e nem o idioma dos anjos.

Mas afinal qual é a língua dos anjos?

Segundo a bíblia não podemos ver um anjo falando um idioma diferente da língua dos homens. Os anjos são ministros representantes encarregados para trazer alguma mensagem da parte de D'us aos homens.
Todas as vezes que um anjo aparecia na bíblia para falar com o homem era no idioma nativo do homem. Quando o anjo apareceu para Moises na sarça ardente ele falava de forma clara, de maneira que Moises entendia perfeitamente e dialogava com ele (Êxodo 3:2). Quando o anjo apareceu para Daniel ele falou no idioma que o profeta falava e conhecia (Daniel 10:12). Quando Maria recebeu o anjo Gabriel e ele anunciou o nascimento de Jesus, o anjo falava na língua própria de Maria. (Lucas 1:28).
Segundo a bíblia todas as vezes que o anjo vinha para trazer uma mensagem da parte de D'us era de forma clara e no idioma dos homens, em todos os casos citados foi o hebraico.

Onde surgiram as línguas estranhas?

Na verdade não são línguas estranhas e sim línguas estrangeiras. O primeiro relato que temos deste evento foi em êxodo 19 na revelação do Sinai. Quando D'us se manifestou ao povo hebreu após de ter tirado os filhos de Israel da terra do Egito.
Cinquenta dias após a páscoa o povo hebreu estava aos pés do monte Sinai para celebrar a festa das semanas, também chamada de shavuot ou pentecostes. Uma nuvem de fogo desceu sobre o monte e D'us falava em voz alta com Moises. O monte tremia e o povo ouvia som de buzinas, trovões, shofar e uma voz que saia de uma chama de fogo e se repartia em 70 idiomas. O monte fumegava e ninguém com exceção de Moises podia tocar no monte, pois poderia morrer (Ex19).
Porque não chegastes ao monte palpável, aceso em fogo, e à escuridão, e às trevas, e à tempestade, E ao sonido da trombeta, e à voz das palavras, a qual, as que a ouviram pediram que se lhes não falasse mais; Porque não podiam suportar o que se lhes mandava: se até um animal tocar o monte, será apedrejado. Tão terrível era a visão, que Moisés disse: Estou todo assombrado e tremendo. (Hebreus 12:8) - Ordenou-o em José por testemunho, quando saíra contra a terra do Egito, onde ouviram uma língua que não entendia. (Salmos 81:5)
Segundo o comentário rabínico de Rash quando a lei (Torah) foi revelada ao povo hebreu algo sobrenatural aconteceu. Foi tão forte que nem mesmo quem estava presente pode compreender o milagre em sua plenitude. Este evento no Sinai marcou não somente a historia do povo israelita, como prescreveu o destino da humanidade.
O decálogo é base da Torah e sustenta toda a estrutura da bíblia, a única parte da bíblia que foi escrita com o próprio dedo de D'us foi os 10 mandamentos. Por isso que para um judeu a Torah é a relação entre o homem e D'us, a Torah é a própria palavra revelada de D'us.
Através de Abraão Israel foi eleito por D'us como o povo que carregaria a semente do Messias (Gn 3:15) e levaria a Torah a todos os povos da terra. A revelação do Sinai não era exclusiva para a um povo e deveria alcançar as nações. A lei (10 mandamentos) não é um ato de graça da parte de D'us somente aos judeus, mas um pacto que tem a finalidade de conduzir a humanidade à salvação através da obediência à palavra de D'us. 
Naquela época acreditava que existiam apenas 70 nações, pois a America ainda não havia sido descoberta e nem havia ainda tantos países no continente africano. O numero 70 na bíblia em muitos aspectos remete as nações. Ate mesmo Jesus além dos discípulos, tinha mais 70 apóstolos que ele treinou para pregar à mensagem do Reino as nações (Lucas 10:1).
Para cumprir as escrituras e a profecia de Isaias, Jesus ordena que o evangelho do Reino chegue ate aos confins da terra. Para que povos possam converter o seu coração a D'us e aceitar o filho de Davi como rei de todos os povos e nações. Que todos possam ter a oportunidade de conhecer o Messias e desfrutar das mesmas bênçãos e promessas que D'us tinha através do pacto feito a Abraão de abençoar toda a humanidade.
E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoaram; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. (Genesis 12:3)
As promessas de D'us a Abraão se estenderia a todos os homens através do Messias, ele é o filho de D'us que tem por missão trazer salvação, vida eterna e paz sobre as nações. Uma vez que ele é rei e governará sobre os povos da terra, no mínimo tem que falar e entender os idiomas dos homens.

Para que serve o dom de línguas

Este é um dom especial que é dado pelo Espírito Santo (Ruach HaKodesh), tem por finalidade levar a mensagem do Reino aos que ainda não experimentaram o poder e os milagres de D'us.
Assim como os estrangeiros que estavam em Jerusalém ficaram maravilhados de ouvir a mensagem do reino de D'us através da boca dos apóstolos. Ainda nos dias de hoje temos relato de um cristão que cheio do Espírito Santo profetizou em outra língua que ele mesmo não conhecia (árabe) e um irmão Iraquiano ao ouvir ficou maravilhado e entregou o seu coração a Yeshua HaMashiach (Jesus o Messias).
O apostolo Paulo diz na sua carta aos coríntios que devemos buscar com zelo os dons do Espírito Santo. E após receber esses dons da parte de D'us devemos desenvolver os frutos e dar bom testemunho.
A bíblia diz que o Espírito de D'us habita onde existe santidade. Jesus disse que uma árvore má não pode produzir bons frutos e nem uma árvore boa produzir frutos maus. Assim uma pessoa que tem os dons do Espírito Santo não pode viver no pecado e na iniquidade.
O dom de línguas é um dom raríssimo, privilegio de poucas pessoas que vivem uma vida de santidade e de busca continua da palavra de D'us. Por isso grande partes das pessoas que dizem possuir esse dom são na verdade mentirosos e falsos profetas. A bíblia diz que os apóstolos tinham o Espírito Santo de D'us e até mesmo a sombra deles curavam pessoas, as vestes dos apóstolos operavam milagres, a oração deles eram ouvidas por D'us e através deles muitas pessoas eram salvas.
O contrario de hoje pessoas sem testemunho e por não conhecer a palavra de D'us vivem falando shemanaia, hetassuriambas, re-Tetê, parashurata e outras coisas dentro desta linha e sem sentido nenhum. A bíblia diz que D'us não é um D'us de confusão e tão pouco habita no meio do caos e do sectarismo.
 A libertação espiritual é para todos. Todos podem entender a mensagem do evangelho e do reino de D'us. Não existe uma cultura ou idioma no qual esta mensagem não possa ser pregada ou compreendida.

I CORÍNTIOS 14 - O dom da profecia é superior ao das línguas

Segui a caridade, e procurai com zelo os dons espirituais, mas, principalmente, o de profetizar. Porque, o que fala língua estranha não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala de mistérios. Mas, o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação e consolação. O que fala língua estranha edifica-se a si mesmo; mas o que profetiza edifica a igreja.
E eu quero que todos vós faleis línguas estranhas, mas, muito mais, que profetizeis; porque, o que profetiza é maior do que o que fala línguas estranhas, a não ser que também interprete, para que a igreja receba edificação. E agora, irmãos, se eu for ter convosco, falando línguas estranhas, que vos aproveitará, se vos não falar, ou por meio da revelação, ou da ciência, ou da profecia, ou da doutrina?
Da mesma sorte, se as coisas inanimadas, que fazem som, seja flauta, seja cítara, não formarem sons distintos, como se conhecerá o que se toca com a flauta ou com a cítara? Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha?
Assim, também, vós, se com a língua não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? porque estareis como que falando ao ar.
Há, por exemplo, tanta espécie de vozes no mundo, e nenhuma delas é sem significação. Mas se eu ignorar o sentido da voz, serei bárbaro para aquele a quem falo, e o que fala será bárbaro para mim. Assim, também, vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja.
Pelo que, o que fala língua estranha ore, para que a possa interpretar. Porque, se eu orar em língua estranha, o meu espírito ora, mas o meu entendimento fica sem fruto. Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.
De outra maneira, se tu bendisseres com o espírito, como dirá o que ocupa o lugar de indouto, o Ámen, sobre a tua ação de graças, visto que não sabe o que dizes? Porque, realmente, tu dás bem as graças, mas o outro não é edificado.
Dou graças ao meu Deus, porque falo mais línguas do que vós todos. Todavia, eu antes quero falar, na igreja, cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida.
Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia, e adultos no entendimento. Está escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros lábios, falarei a este povo; e, ainda assim, me não ouvirão, diz o Senhor. De sorte que as línguas são um sinal, não para os crentes, mas para os descrentes; e a profecia não é sinal para os descrentes, mas para os crentes.
Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem línguas estranhas, e entrarem indoutos ou descrentes, não dirão, porventura, que estais loucos? Mas, se todos profetizarem, e algum indouto ou infiel entrar, de todos é convencido, de todos é julgado.
Os segredos do seu coração ficarão manifestos e, assim, lançando-se sobre o seu rosto, adorará a Deus, publicando que Deus está, verdadeiramente, entre vós.

A realidade profética - As profecias de Joel e Atos

Tocai a buzina em Sião, e clamai em alta voz, no monte da minha santidade: perturbem-se todos os moradores da terra, porque o dia do Senhor vem, ele está perto: Dia de trevas e de tristeza; dia de nuvens e de trevas espessas, como a alva espalhada sobre os montes, povo grande e poderoso, qual desde o tempo antigo nunca houve, nem depois dele haverá pelos anos adiante, de geração em geração. Diante dele, um fogo consome; e atrás dele, uma chama abrasa: a terra diante dele é como o jardim do Éden, mas atrás dele, um desolado deserto; sim, nada lhe escapará. O seu parecer é como o parecer de cavalos: e correrão como cavaleiros. Como o estrondo de carros sobre os cumes dos montes, irão eles saltando; como o ruído da chama de fogo que consome a pragana, como um povo poderoso, ordenado para o combate. (Joel 2:1-5)
A profecia do profeta Joel remete em proporções gigantescas o evento do Sinai. Nos últimos dias o Senhor vem como chama de fogo para julgar os povos, condenar os ímpios e dar por herança a vida eterna e o paraíso (Éden) aos justos que foram salvos pelo o Messias. 
E vós sabereis que eu estou no meio de Israel, e que eu sou o Senhor, vosso Deus, e ninguém mais: e o meu povo não será envergonhado para sempre. E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões. E, também, sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o meu Espírito. E mostrarei prodígios no céu, e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumo. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor. E há de ser que, todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo; porque, no monte de Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o Senhor tem dito, e nos restantes, que o Senhor chamar. (Joel 2:27-32)
A profecia do texto é clara, se trata dos últimos dias (O sol se converterá em trevas e a lua em sangue – “Isso ainda não aconteceu”). O que muitas pessoas não entendem é que as profecias são dinâmicas, tem um papel histórico e um caráter escatológico. Parte desta profecia se cumpriu 50 dias depois da páscoa e da morte de Jesus na cruz, de forma semelhante ao evento do Sinai, todos estavam reunidos em Jerusalém para celebrar a festa de pentecostes, havia pessoas de varias nações e o Espírito de D’us veio como um vento impetuoso batizando os judeus e distribuindo línguas como de fogo entre eles. Os judeus receberam o dom de língua para pregar aos estrangeiros que estavam presentes, ao modo, que eles ao ouvirem os judeus pregando e profetizando na língua das nações ficaram maravilhados.
Existem pessoas que oram a D'us pedindo fogo sobre elas, isso é um erro grave, pois se quando pede a D'us fogo, na verdade esta clamando por juízo para a sua própria vida. Vejo que D'us é movido nestes casos mais pela a misericórdia através da ignorância de algumas pessoas do que pela a sua própria justiça. 
A bíblia quando fala de fogo se trata de juízo. Assim foi em Sodoma e Gomorra quando D'us executou juízo, as cidades foram consumidas pela a chuva de fogo que caia do céu. No Sinai quando a lei foi revelada através de Moises era para levar o povo hebreu ao arrependimento, quem não obedecesse à lei padecia no deserto ou era morto pelo o apedrejamento. Os profetas quando falam de fogo se referem a juízos sobre as nações.  Ate mesmo João batista às margens do rio Jordão em um debate fervoroso com alguns fariseus disse que ele batizava com água e que haveria um que batizaria com fogo. João batista diz aos fariseus que se arrependam antes que isso aconteça, pois que não se arrepende dos seus pecados corre o risco de serem consumidos no juízo de D'us, ou seja, condenados a lago de fogo que estar reservado ao diabo e seus anjos.
A língua de fogo que os apóstolos receberam era para levar a justiça de D'us as nações, os gentios que receberam a palavra dos apóstolos (evangelho – boas novas de Jesus) foram salvos.
As línguas como de fogo dados aos apóstolos através do Espírito Santo tinha por caráter levar a palavra de D'us as nações da terra. Os apóstolos foram treinados por Jesus e tinham a missão de pregar as boas novas do evangelho até os confins da terra. Essa missão começou por Jerusalém, estavam reunidos em Sião pessoas de varias povos e nações quando os apóstolos ao receberam o Espírito Santo e começaram a falar e profetizar em outras línguas.
E, cumprindo-se o dia de Pentecostes (festa de shavuot), estavam todos reunidos no mesmo lugar; E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas, por eles, línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. E em Jerusalém estavam habitando judeus, varões religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu. E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus, todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? Partos e medas, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, e Judeia, e Capadócia, Ponto e Ásia. E Frigia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, Cretenses e árabes, todos os temos ouvido, nas nossas próprias línguas, falar das grandezas de Deus. (Atos 2)
Há uma comparação entre o dom da Torah escrita nas tabuas de pedras dada no Sinai e o dom do Espírito que escreve a Torah nos corações dos homens. Ambos tinham por objetivo a libertação moral e espiritual, celebrados na festa de Pentecostes. Creio que este evento votará acontecer na vinda do Messias, pois colocará de fato a palavra de D'us dentro da mente e dos corações dos homens.
E acontecerá, nos últimos dias, que se firmará o monte da casa do Senhor no cume dos montes, e se exaltará por cima dos outeiros: e concorrerão a ele todas as nações, E virão muitos povos, e dirão: Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacob, para que nos ensine o que concerne aos seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá à lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor. E Ele exercerá o seu juízo sobre as gentes, e repreenderá a muitos povos; e estes converterão as suas espadas em enxadões, e as suas lanças em foices: não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerrear. (Isaias 2:2-4)
É interessante pensar que hoje no planeta terra temos mais de 200 nações, na sua grande maioria cada uma tem uma língua, dialeto ou idioma diferente. A bíblia diz que todo joelho se dobrará e toda língua confessará que o Messias é o Rei e filho de D'us. Já imaginou quando isso acontecer? Em qual idioma as nações da terra vão pronunciar isso? Quando o messias dirigir à palavra as nações, será em qual idioma?
Dentro desta dimensão que podemos fazer uma correlação entre o evento do Sinai, a profecia de Joel e o acontecimento de atos 2. Ora, o Messias vai falar em uma língua e cada individuo de cada nação irá ouvir e entender segundo o seu próprio idioma.
Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração há outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes Em toda a extensão da terra, e as suas palavras até ao fim do mundo. Neles pôs uma tenda para o sol (salmos 19:1-4)




3 comentários:

The Old Geezer disse...

Interesting

edecarlos teixeira da silva disse...

Achei muito interessante seu post....
Show!

Paulo josue Quos disse...

Que burro vou te dar zero.
Línguas estrangeiras são traduzidas.
E não interpretadas como as línguas estranhas. O texto já diz: (linguas estranhas) algo desconhecido.