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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Babel e Sião!

Por Mauricio Mindrisz




Sôbolos rios que vão
Por Babilônia, me achei,
Onde sentado chorei
As lembranças de Sião
E quanto nela passei. 


Ali, o rio corrente
De meus olhos foi manado
E, tudo bem comparado,
Babilônia ao mal presente


Sião ao tempo passado.
A vós só me quero ir,
Senhor e grão Capitão
Da alta torre de Sião,
À qual não posso subir,
Se me vós não dais a mão. 


No grão dia singular
Que na lira o douto som
Hierusalém celebrar,
Lembrai-vos de castigar
Os ruins filhos de Edom.

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